Saturday, March 01, 2008

Isadora Ducan e a poética do movimento

Estamos próximos ao Dia Internacional da Mulher e andei pensando em algumas figuras femininas que me encantam pela poética de suas obras e vida.Uma delas é essa mulher .
Bailarina,livre e solta,exótica e sensível.È a "mãe" da dança moderna.


"Dancarina, aventureira, revolucionária, defensora ardente do espírito poético, Isadora Duncan tem sido uma das mais duradouras influências no século 20. Ironicamente, a magnitude de suas realizacões como artista, assim como a sua vida excitante e trágica tem a tendência de desviar nossa atencão da originalidade, profundidade e ousadia de seu pensamento.Isadora foi pensadora e poeta, com um dom de vívida imaginacão poética, desafiando radicalmente "as coisas como elas são", e com a habilidade de expressar suas idéias com entusiasmo e humor. Para melhor entender Isadora, ela foi uma teórica da danca, uma crítica da sociedade, cultura e educacão modernas e uma campeã na luta pelos direitos das mulheres, revolucão social e realizacão da poesia na vida cotidiana.
Praticamente sozinha, Isadora devolveu a danca a um lugar elevado entre as artes. Quebrando as regras, Isadora levou a arte da danca de volta as suas raízes de arte sagrada.Ela desenvolveu, dentro dessa idéia, movimentos livres e naturais inspirados pelas artes clássicas gregas, dancas folclóricas e sociais e forcas da natureza. Com roupas leves e esvoacantes, pés descalcos e cabelos soltos, Isadora Duncan deu à danca nova vida, usando o plexo solar e o dorso como geracão de forca para ser seguida por todos os movimentos.Sua celebrada simplicidade era oceânica em sua profundidade, e a Isadora é dado o crédito pela invencão do que mais tarde veio a ser conhecido como Danca moderna."

"Imagine então uma dancarina que, após longo estudo, oracão e inspiracão tenha atingido tal grau de entendimento que seu corpo seja simplesmente a luminosa manifestacão de sua alma, cujo corpo danca de acordo com uma música ouvida internamente, em uma expressão de um outro mundo, mais profundo. Essa é a dancarina verdadeiramente criativa, natural mas não imitativa, falando em movimento de dentro de seu ser e de dentro de algo maior do que todos os seres."
"Eu passei longos dias e noites no Studio, em busca daquela danca que poderia ser a divina expressão do espírito humano através do movimento do corpo. Por horas eu poderia ficar totalmente imóvel, minhas duas mãos cruzadas sobre o meu peito, cobrindo o plexo solar... Eu estava buscando e finalmente encontrei a mola central de todo movimento, a unidade a partir da qual toda a diversidade de movimentos é criada, o espelho da visão para a criacão da danca."
My Life, 1928



Ela causou escândalo em sua época ao trocar os Estados Unidos pela União Soviética, afirmando: “Prefiro viver de pão preto e vodca e sentir-me livre, a gozar as delícias da vida americana sabendo-me prisioneira.”

Isadora Duncan era a segunda dos quatro filhos do poeta Joseph Charles e da pianista e professora de música Dora Gray Duncan. Nasceu em 1978, em São Francisco, e viveu uma infância atípica para os padrões da época. Filha de pais divorciados, ela, a irmã e os dois irmãos, foram criados na pobreza por sua mãe solteira, e além de receberem a educação formal, a mãe fazia questão de dar-lhes desde cedo, aulas particulares de literatura, poesia, música e artes plásticas.
Isadora Duncan - 1904Quando ela tinha ainda quatro anos, começou a freqüentar aulas de balé clássico. Na adolescência se apresentava acompanhada dos três irmãos ao som do piano de sua mãe. Desde cedo ela dava mostras de um temperamento transgressor, que a leva a abandonar as convenções do balé da época. As técnicas convencionais do balé clássico e romântico eram extremamente rígidas. Pedia a utilização do espaço geométrico do palco de maneira axial simétrica, durante as apresentações, o homem era sempre o líder e condutor dos movimentos, auxiliando também as mulheres, que deveriam preservar uma dança discreta, e o andar suave.
Aos 11 anos, a jovem Isadora já apresentava uma sensibilidade muito particular, desenvolvendo uma maneira própria de dança. Nessa idade começou também a dar aulas de sua nova técnica. Isadora considerava antiquadas as técnicas clássicas e as sapatilhas de ponta, além de serem incômodas e deformarem o corpo feminino. Foi ela a primeira manifestação substancial do movimento de ruptura que surgiria dentro do balé e que buscava uma forma de dança mais livre e expressiva. Nas palavras dela: "A beleza da arte não é feita de ornamentos, mas daquilo que flui da alma humana inspirada e do corpo que é seu símbolo..."


O surgimento do balé moderno

Em sua aversão pelo balé clássico chegou ao extremo de afirmar: "eu sou inimiga do balé, o qual considero arte falsa e absurda, que de fato está fora de todo o âmbito da arte". Ao romper com os padrões clássicos, Isadora Duncan propõe uma dança liberta de espartilhos, meias e sapatilhas de ponta, apresentando-se em espetáculos solo baseados em improvisações, dando ênfase aos gestos corporais assimétricos. Seus movimentos eram inspirados nos fenômenos na natureza, como o fluir das ondas do mar, do vento, e força das tempestades.

Para sua nova expressividade, Duncan foi buscar referências nas danças rituais da Grécia antiga. Passou a dançar de pés descalços vestindo apenas coloridas túnicas de seda, o que causou escândalo entre a conservadora mentalidade da época. Sua semelhança com as danças gregas podem ser conferidas através da comparação das antigas lápides de dançarinas gregas em rituais dionisíacos com fotos das dançarinas que seguiram a linha de balé iniciada por Isadora Duncan. Revolucionou ainda o repertório musical do que era considerado apropriado para temas de dança, e incorporou a seus trabalhos, peças como as de Chopin e Wagner, que na época eram executadas tão somente para serem ouvidas. “Tive três grandes mestres, os três grandes precursores da dança no nosso século: Beethoven, Nietzsche e Wagner”, dizia ela, que gostava de citar o filósofo Friedrich Nietzsche entre os compositores alemães. Inovou também a estética do palco, utilizando tão somente uma cortina azul como cenário, que visava reforçar a importância da expressividade do dançarino sem recorrer a subterfúgios que ela considerava artificiais e “vazios”.

Durante o desenvolvimento de sua carreira, cada vez mais caminhava para um estilo pessoal único. Visando realçar a emoção do dançarino, valorizou os movimentos espontâneos, mas não ausentes de técnica. Para aperfeiçoar seu balé, se entregou a estudos aprofundados sobre a origem da dança e suas diversas expressões em diferentes culturas, tais estudos resultaram em uma série de textos e ensaios teóricos sobre a dança, o papel da cultura e a vinculação com seu trabalho. "Desde o início sempre dancei minha vida", disse ela, certa vez, demonstrando a maneira particular como encarava a sua arte.
O sucesso na Europa
Quando completou 18 anos, procurando expandir sua carreira, Duncan se mudou para Chicago, onde foi contratada por Augustin Daly, o maior empresário teatral da época.
Com ele, fez diversas excursões, passou por Nova Iorque e Londres onde dançava também em reuniões organizadas por damas da alta sociedade que a levaram em 1900, para Paris. Com sua chegada à França, desde sua primeira apresentação causou grande polêmica com seu balé revolucionário e seus véus transparentes; e onde finalmente acabou encontrando o reconhecimento que buscava quando se apresentou no teatro Sarah Bernhardt. Rapidamente conseguiu fechar contratos para se apresentar na Alemanha, Hungria, Rússia, Grécia e uma turnê por cidades da Boêmia.

Ela e seus filhos Dierdre e Patrick, em 1913A bailarina promoveu uma reviravolta não só na dança como também nos costumes. Dona de uma postura irreverente, provocou a ira conservadora de muitos. Era avessa à instituição do casamento e diz em sua autobiografia: “Comecei a observar o rosto das senhoras casadas, amigas de minha mãe, e não houve um em que eu não achasse a marca do monstro de olhos verdes e os estigmas da escravidão. E fiz o voto de jamais me rebaixar a situação tão degradante, ainda que isso viesse me custar, com de fato veio, uma quebra de relações com minha mãe e a incompreensão do mundo”. Ela causou escândalo na época por seus tórridos casos amorosos com diversos amantes, entre eles o produtor teatral Gordon Graig, com quem teve sua filha Deirdre; e o milionário herdeiro do império das máquinas de costura, Paris Singer, pai de Patrick. Seu espírito livre tornou-se símbolo da independência feminina.
Funda em 1904 sua primeira escola de dança, em Grunewald, na Alemanha, dirigida por sua irmã Elizabeth. Isadora dava preferência para meninas pobres e cuidava de suas necessidades materiais e físicas, além do ensino acadêmico tradicional. Estas meninas eram conhecidas como “Les Isadorables”, algo como “As Isadoráveis”, que demonstra o carinho que ela tinha pelas crianças.
Desde o início da carreira, Isadora sempre pensou investir seus ganhos na educação de jovens, aperfeiçoando novos talentos.
"Les Isadorables", da escola de GrunewallApesar da escola, Isadora continuou trabalhando ativamente e se apresentou com sua companhia em todas as principais capitais européias e diversas cidades dos Estados Unidos, sendo ovacionada por onde passava.
Desgraçadamente, em 1913, seus dois filhos, Deirdre e Patrick, morreram afogados quando o carro em que estavam caiu dentro do rio Sena, juntamente com sua governanta. Profundamente abalada, a bailarina cancelou todas suas apresentações e permaneceu durante meses afastada dos palcos. Um ano depois sua tragédia continuou, quando deu à luz um terceiro bebê do sexo masculino, que morreu poucas horas após o parto.
Quando explodiu a Primeira Guerra Mundial, Duncan retornou aos Estados Unidos para realizar uma turnê com sua companhia, mas foi barrada no aeroporto pelo fato de suas bailarinas serem alemãs. Para resolver a questão, Isadora adotou todas as seis garotas.
Em 1916 excursionou também pela América do Sul, e chegou a fazer uma apresentação no Brasil, no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.

O chamado dos sovietes
Isadora na Escola Soviética de Dança, em MoscouDepois do final da guerra, Isadora partiu para mais um turnê européia, e vivia em Paris novamente quando, na primavera de 1921 recebeu um telegrama do governo soviético que dizia: “Só o governo dos sovietes é capaz de compreendê-la. Venha para nós. Faremos aqui sua escola. Amizade. Assinado: Anatol Lunatcharski, comissário do povo na Instrução Pública encarregado das belas-artes.”
Ao que ela respondeu: “Aceito. Irei à Rússia, ensinarei suas crianças. Quero apenas que me dêem um estúdio e o dinheiro indispensável para trabalhar”. A resposta do governo soviético foi “sim”, e Isadora partiu imediatamente de navio para Moscou.
Chegando lá, o Comissariado da Educação lhe destinou o palácio Balachova, um casarão de dois andares, onde cerca de mil crianças estavam matriculadas. Em 1921 era fundada a Escola Soviética de Dança, em Moscou.
A seguir, saiu em mais uma turnê pelos Estados Unidos, a qual foi abreviada em virtude da polêmica que causavam seus discursos em favor da União Soviética. "Amo a Rússia, porque a Rússia possui tudo o que falta aos Estados Unidos...” disse ela em discurso. E em sua última entrevista ela ainda afirmou: “Não vejo a hora de chegar à União Soviética. Prefiro viver de pão preto e vodca e sentir-me livre, a gozar as delícias da vida americana sabendo-me prisioneira... Na Rússia, temos liberdade. O povo americano ainda não sabe o que é isso...”
Isadora Duncan e Sergei IessieninNo ano seguinte casou-se com o poeta soviético Serguei Iesienin. A despeito do que se costuma afirmar a seu respeito, esta não foi uma contradição no seu comportamento transgressor. Em sua autobiografia ela afirma: “Uma das melhores coisas realizadas pelo governo dos Sovietes foi a abolição do casamento. Duas pessoas que querem fazer uma vida em comum, deixam seus nomes em um livro onde há impresso logo abaixo a seguinte declaração: ‘Esta assinatura não implica qualquer responsabilidade das partes e pode ser anulada por simples pedido de um dos interessados’. Esta espécie de casamento é a única que pode convir a uma mulher de espírito emancipado, e não foi de outra maneira que eu compreendi e realizei.”
Esta sua união foi tempestuosa e durou cerca de dois anos, culminando com o suicídio do poeta em 1925, que se matou enforcado com a correia de sua mala um ano após o final do relacionamento dos dois.
Após a separação, Isadora voltou para a França e passou seus últimos anos na cidade de Nice, na Riviera francesa. Nessa época havia já abandonado os palcos e atravessava uma fase de decadência, tomando remédios e vivendo entregue ao alcoolismo. Escreveu em 1927 o livro autobiográfico “Minha vida”, em que relata os principais fatos de sua vida e carreira até o momento em que vai para a União Soviética.
Bailarinas da companhia de Isadora DuncanAclamada como iniciadora do balé moderno e um espírito vivo da dança, discriminada pela postura independente e revolucionária, inspirou poetas e artistas e é ainda hoje um ícone de sua época.
Em 14 de setembro de 1927, aos 49 anos, morreu da mesma forma espetacular como viveu. Estava instalada no banco traseiro de seu carro conversível, que era dirigido por seu motorista. O xale enrolado ao seu pescoço dançava ao vento quando as franjas do xale enroscaram-se na roda do veículo. Sua cabeça foi lançada para trás e a nuca foi quebrada. Morreu estrangulada. Ironicamente, desde a morte de seus filhos, Deidre e Patrick, ela se recusava a entrar em carros fechados.
Em homenagem à bailarina, foi criada em 1979, a Isadora Duncan Dance Foundation, em Nova Iorque. Os arquivos pessoais de Isadora Duncan estão atualmente no Lincoln Center, também em Nova Iorque.
Veja aqui a cena de um espetáculo de balé moderno feito em homenagem à Isadora Duncan, em que se pode ter uma idéia da técnica desenvolvida por ela.
Fonte:
http://www.pco.org.br/conoticias/ler_materia.php?mat=152
Winkpedia
http://www.claucarlsen.com/IsadoraDuncan/Isadora.htm

Tuesday, February 05, 2008

Postagem misturadinha...

Pintura de René Magritte

"A faixa "Across the universe" (através do universo, em tradução livre), dos Beatles, será a primeira música transmitida diretamente ao espaço, informou o site da rede BBC. A canção será veiculada na segunda-feira (4) através da Deep Space, uma rede de antenas da agência espacial Nasa, como parte das comemorações do 40º aniversário de sua gravação.
Antes de atingir seu destino final - a Estrela Polar, na galáxia de Polaris -a música viajará pelo espaço por 431 anos. Além disso, uma antena e um receptor seriam necessários para ouvi-la no local." Veja a noticia completa aqui.
Resolvi falar sobre isso hoje por varios motivos.
O primeiro é mais que óbvio, por que música é Arte, e gosto bastante dessa musica da fase espiritualizada dos Beatles. Não que eu seja uma fã do grupo inglês,mas gosto do toque oriental que eles deram nessa fase. Outra que a noticia da NASA é fresquinha.
Esta semana estou separando material para postar sobre o pintor René François Ghislain Magritte e encontrei no you tube uma releitura da música Across de Universe com uma citação visual de uma das pinturas mais famosas dele.
Então no final dessa postagem teremos dois videos, um rarissimo dos Beatles,esposas, quando foram visitar o Guru indiano Deva . E o link de um video de Rufus Wainwrigh cantando a mesma musica, vale a pena ver o clip pois é nele que tem a citação de imagem do Magritte.
A Frase "Jai guru Deva" quer dizer obrigada mestre Deva". "OM", a grosso modo é o som da criação do Universo. O som que nos liga ao Divino criador.è mais ou menos isso.
Falar em guru,India e musica o pai da cantora Norah Jones era Ravi Shankar,(se quiserem ouvir algo deles é só clicar no link), músico indiano ,lendário com seu Sitar que teve grande influência nessa fase psicodélica dos Beatles. Jonh Lenon "recebeu" parte da letra numa noite quando ainda era casado com Cynthia ,mãe de seu filho Julian , nessa época ja passavam por momentos de crise conjugal. Sei que há outras músicas que quem sabe deveriam ser transmitidas para todo o Universo e para os supostos ETs, eu por exemplo mandaria outras.
Respeitando a escolha da NASA, e a homenagem,deixo a curiosidade da semana com vocês.Que acham disso?
Abaixo a tradução da música e os videos que citei.Nao deixem de ver e comentar.Beijos

Across the universe,música de composição de Lenon e McCartney


Através do universo
As palavras estão se derramando como uma chuva sem fim num copo de papel
Elas escorregam enquanto passam, escorrem através do universo
Lagos de tristeza, ondas de alegria estão vagueando pela minha mente aberta
Me possuindo e me acariciando
Jai guru de va om
Nada vai mudar meu mundo
Nada vai mudar meu mundo
Imagens de uma luz quebrada que dançam ante mim como um milhão de olhos
Que me chamam repetidamente através do universo
Pensamentos divagam como um vento sem rumo dentro de uma caixa de correspondências
Eles caem cegamente enquanto fazem seus caminhos através do universo
Jai guru de va om
Nada vai mudar meu mundoNada vai mudar meu mundo
Sons de risada, sombras da terra estão soando por minhas vistas abertas
Me incitando e me convidando
Amor imortal sem limite, que brilha ao meu redor como um milhão de sóis
Ele (o amor) me chama repetidamente através do universo
Jai guru de va om
Nada vai mudar meu mundo
Nada vai mudar meu mundo


Video dos Beatles na India




Video com a citação visual do Magritte
Clique aqui

Friday, February 01, 2008

POSTAGEM DE ANIVERSÁRIO

Estou completando um ano de blogueira!!
Se você escreve algo é por que quer que alguém leia,claro, mas eu não imaginava que iria ter tantos acessos ,muitos até de outros continentes...
Tenho um blog despretensioso,amador e com pouca divulgação.
Me sinto feliz pelos leitores seletos , comentários e intervenções que fui recebendo durante esse ano.
Tenho absoluta certeza que os leitores desse espaço são pessoas de bom gosto,não por ser meu blog,mas por se tratar de amantes da Arte que valorizarem a cultura e todas as suas manifestações.
Agradeço a todos os visitantes desse blog, aos meus ex-alunos,amigos,parentes.
Um agradecimento especial ao Professor de Historia da Arte da FADM, Luiz, que apesar de não deixar comentários sei que sempre vem a este espaço pois me faz comentários incentivadores pessoalmente .Ao Ilustrador e Profe de estética Paulo Faria ,a blogueira e profe e atriz Sheila Campos.
Essas tres pessoas de forma indireta me incentivaram a escrever mais e a me dedicar com mais seriedade a pesquisa.Muitas postagens partiram de meu contato direto com eles.
Ao Profe Samuel Rocha, amigo de infância que desde o inicio vem vem por aqui. São pessoas que me conhecem pessoalmente e sabem como Arte é minha vida.
Não posso deixar de citar também dos leitores "desconhecidos", como o Ìtalo por exemplo, (um leitor que não conheço pessoalmente, nem virtualmente, não possue blog,me encontrou acredito que pela rede e vem aqui quase que diariamente e sempre nos brinda com comentários preciosos, coerentes que valorizam a postagem).
Obrigada a todos de forma geral pelas visitas e atenção e saibam que seus cometários fazem as postagem terem sentido e me ajudam a estabelecermos uma integração de pensamentos e conhecimentos , meu objetivo principal .
Uma das primeiras postagens foi sobre a Mona Liza então, pensando sobre uma postagem especial de um ano, resolvi deixar com voces
algo mais ligth e até divertido.
Espero que gostem
Um beijo a todos!!
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Há toda uma aura de mistério que envolve a vida de Leonardo Da Vince,suas invensões e a Mona Liza , sua mais famosa obra.
Hoje resolvi postar uma série de artigos sobre esse assunto que são de inteira e total responsabilidades de seus autores.
São curiosos,tirem suas próprias conclusões...

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Ciência O OLHAR DE MONA LISA

Onde estão as pestanas e sobrancelhas de Mona Lisa?
Os mistérios em torno do famoso quadro de Mona Lisa não começam no rosto, nem acabam nas teorias da identidade da figura central. Um investigador francês encontrou novos pormenores na obra-prima de Da Vinci.
Pascal Cotte, inventor e engenheiro francês, há muito que ambicionava desvendar um dos muitos mistérios em torno do quadro Mona Lisa.Citado pela CNN, o perito afirma ter agora a prova cabal de que o quadro pintado por Leonardo Da Vinci incluia inicialmente pestanas e sobrancelhas.A partir de um exame minucioso com uma câmara de alta-definição inventada pelo próprio, conseguiu examinar até 240 milhões de pixéis, recorrendo a luzes ultravioletas e infravermelhos.Quando ampliou a imagem - até 24 vezes - descobriu a prova de que necessitava - encontrou a única pincelada de um pêlo na sobrancelha esquerda. Segundo Cotte, esta é a prova de que Leonardo pintou pelo menos as sobrancelhas de Mona Lisa.Mas, como estas desapareceram do quadro?O investigador acredita que terá sido usado um pigmento na tinta que se desvaneceu com o tempo. Também defende a possibilidade de ter sido usado um metódo de limpeza menos próprio do quadro por um curador ou profissional de restauro.Mas as características de expressão de Mona Lisa levaram o investigador francês a encontrar outros pormenores relevantes no quadro. Descobriu por exemplo que a mão esquerda foi pintada originalmente numa posição diferente da posição final.Também a partir de um restauro virtual desta obra-prima da Renascença, Cotte conseguiu obter uma imagem do quadro sem as centenas de anos de envelhecimento.O tom original da pele de Mona Lisa era mais rosado e o céu de fundo, por trás da figura, era de um azul intenso.Já o enigmático sorriso, porventura um dos elementos mais marcantes na obra, era ligeiramente mais largo assim como o restante rosto.Fonte: CNN


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Ciência O SORRISO DE MONALISA

Desvendado sorriso de Mona Lisa
Uma neurobióloga defende que Leonardo Da Vinci utilizou, intuitivamente, a ilusão óptica no seu famoso quadro "La Gioconda". O estudo dos processos visuais terá contribuído para criar o misterioso sorriso de Mona Lisa.
O enigmático sorriso de "Mona Lisa" pintado pelo mestre italiano Leonardo Da Vinci parece ter sido desvendado. Pelo menos é esta a convicção da neurobióloga e professora da Harvard Medical School, Margaret Livingstone. No Congresso Europeu de Percepção Visual, que decorreu na semana passada na Corunha (Galiza), aquela investigadora explicou que o sorriso misterioso de Gioconda não passa de uma ilusão óptica.A enigmática expressão parece desaparecer quando fixamos o quadro de frente e reaparece quando o olhar se fixa noutras partes do quadro. Por esta razão, só conseguimos visualizar o sorriso desde que os lábios da "musa" inspiradora de Da Vinci fiquem no nosso campo da visão periférica.A teoria de Livingstone apoia-se numa prova científica: o olho humano tem uma visão central excelente para reconhecer pormenores, ao passo que a visão periférica é menos precisa, mas mais adequada à percepção de outros dados, como as sombras.No famoso quadro renascentista, Da Vinci conseguiu criar a ilusão, a partir deste facto científico.Conhecedor profundo da anatomia do corpo humano, o mestre italiano da Renascença conseguiu, em pleno século XVI, utilizar este truque de óptica, ainda que "intuitivamente".Segundo a teoria de Margaret Linvingston, a expressão enigmática de Mona Lisa está intimamente relacionada com o facto de a nossa visão central ter mais resolução do que a periférica. Este estudo levou a investigadora estudar um outro facto - alguns conhecidos génios da pintura tiveram algumas deficiências visuais.Citada pela Lusa, Linvingston deu o exemplo de um dos mais consagrados pintores alemães do século XVII, Rembrandt.
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Para aquela investigadora, o problema de estrabismo do artista acabou por ser benéfico para a sua arte. A «fraca percepção da profundidade pode ser uma vantagem numa profissão em que o objectivo é passar o mundo tridimensional para uma tela plana» , sustentou.
Musée du Louvre, Paris Que mistérios encerra o sorriso de GiocondaSe o enigmático sorriso de Gioconda não passa de uma ilusão óptica, também não deverão passar despercebidas as teorias sobre o modelo que inspirou Da Vinci.A explicação mais plausível sobre a identidade de "La Gioconda" parece ser a do primeiro biógrafo de Da Vinci, Georgio Vasari (1511-1574). Para aquele pintor, a mulher do quadro de Leonardo seria a esposa de um rico comerciante de Florença, Francesco del Giocondoque.Mais recentemente, investigadores como Lillian Schwartz equacionam a possibilidade de esta figura ser, nada mais, nada menos, que o próprio auto-retrato do pintor italiano (teoria polémica expressa no best-seller de Dan Brown, "O Código Da Vinci").Há quem até verse sobre a possibilidade de "A Gioconda" não passar de um inspirado retrato do hipotético amante de Leonardo Da Vinci. Mas o trabalho desenvolvido ao longo de 17 anos pelo historiador Maike Vogt-Lüerssen revela novos contornos sobre a personagem do enigmático sorriso. Para aquele investigador de Adelaide, "Mona Lisa" é Isabel de Aragão, Duquesa de Milão, para quem Leonardo trabalhou como pintor da corte para arrecadar algum dinheiro. Até Sigmund Freud teorizou sobre a enigmática expressão. Para o fundador da psicanálise, o sorriso não passa de uma subliminar atracção erótica.Ao longo dos séculos, a discussão em torno de um dos mais apreciados quadros da Renascença italiana tem sido infindável.Será que agora Mona Lisa deixará de nos sorrir?

Foto: Margaret S. Livingstone, Ph.D (1ª fotografia)Informação Adicional:Conferência Europeia sobre Percepção Visual 2005Margaret S. Livingstone, Ph.DLa Gioconda - Leonardo Da VinciWikipedia: Estética de Mona LisaO Louvre.

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Computadores - MONA FELIZ

Mona Liza sorria porque estava feliz!
Muitas são as teorias sobre o sorriso de Mona Lisa. A obra de Leonardo da Vinci tem dado azo a inúmeras interpretações, a última das quais revela que a personagem estava bastante feliz.
A última análise à enigmática Mona Lisa confirma que a personagem desenhada por Leonardo da Vinci está feliz. O quadro foi interpretado por um computador da Universidade de Amesterdão, recorrendo a software apropriado para reconhecimento de emoções.De acordo com esta análise, Mona Lisa estava 83 por cento feliz, 9 por cento angustiada, 6 por cento assustada e 2 por cento chateada. As conclusões da investigação vão agora ser publicadas na próxima edição da revista New Scientist.O computador cruzou variantes como a curvatura dos lábios e as rugas em torno dos olhos, para chegar a este "veredicto". O projecto foi conduzido conjuntamente com alguns pesquisadores da Universidade norte-americana de Illinois, que ajudaram na construção de uma base de dados de rostos de mulheres jovens com expressão "neutra", que serviu de apoio ao software. O programa recorre, na fase de análise, a este standard da base de dados para fazer comparações.O quadro de Mona Lisa, pintado entre 1503 e 1506, tem intrigado a comunidade científica e artística ao longo dos tempos. Em 2003, uma teoria apresentada na Universidade de Harvard, defedia que o enigmático sorriso associado a este quadro era apenas aparente e visível a partir de determinados ângulos da pintura. No entanto, a especulação em relação à história desta famosa pintura continua e por certo não vai terminar nesta análise.
Artigos Relacionados:
Desvendado sorriso de Mona Lisa 11ª tripulação da EEI viaja com 'Mona Lisa' na bagagem Descobertos atelier e frescos de Leonardo Da Vinci
ASP, 2005/12/16

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Ciência - A VOZ DE MONA LISA

Japoneses reconstituem vozes de Gioconda e Da Vinci
Investigadores nipónicos recriaram a voz de Leonardo Da Vinci e de uma das suas mais célebres inspirações, Gioconda. O feito foi conseguido através de uma aprofundada análise da sua morfologia facial.
Aproveitando o pretexto do lançamento do polémico filme 'Código Da Vinci', no Japão, investigadores nipónicos afirmam ter conseguido reconstruir as vozes de Gioconda e de Leonardo da Vinci, por ocasião da promoção publicitária da película que estreou mundialmente.A recriação baseou-se nos retratos de Mona Lisa e do seu autor, utilizando métodos normalmente empregues em inquéritos criminais.Os autores foram investigadores de um laboratório especializado em acústica, que reconstituíram as vozes com base na sua morfologia facial.No site onde também se pode conhecer o resultado da experiência, Mastumi Suzuki, responsável pelo laboratório afirma que acredita "ter conseguido reconstituir as vozes mais próximas possíveis, ou até talvez exactamente as mesmas".Com base no célebre e enigmático retrato, o antigo engenheiro da polícia científica estimou a altura de Gioconda em 1,68 metros, e o timbre de voz num tom relativamente baixo para uma mulher."Não podemos saber ao certo que tamanho teria, mas medimos o comprimento do seu indicador direito, comparando-o com a altura média das italianas", esclareceu.Ainda segundo o engenheiro japonês, Mona Lisa teria também uma voz um pouco nasalada, tendo em conta o tamanho do nariz.Quanto ao pintor italiano, a sua voz renasceu a partir do seu conhecido auto-retrato, que o representa aos cerca de 60 anos, com uma longa barba branca."Como a barba encobre boa parte da cara nesse retrato, não conseguimos estabelecer precisamente a morfologia do rosto. Pensamos que tinha um grande queixo quadrado, correspondente a um timbre de voz doce e baixo", explicou Suzuki.Os resultados da experiência podem ser consultados no site japonês da Microsoft.

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Ciência- ATELIER DE LEONARDO DA VINCI

Descobertos atelier e frescos de Leonardo Da Vinci
Um grupo de historiadores terá descoberto numa das alas do Convento Santíssima Annunziata em Florença, Itália, frescos com mais de 500 anos, que adornam as paredes do atelier secreto onde Da Vinci terá dissecado alguns cadáveres para os seus estudos de anatomia.
Um atelier e frescos com mais de 500 anos, supostamente da autoria de Leonardo Da Vinci, foram encontrados no Convento Santíssima Annunziata, em Florença, local onde se concentram alguns trabalhos de artistas de renome como Perugino ou Andrea del Castagno.Uma das razões que levou Roberto Manescalchi, um dos historiadores envolvidos nesta descoberta, a considerar o achado como sendo pertença do grande mestre da arte e cultura da Renascença italiana foi o aparecimento de pinturas gravadas nas paredes do esconderijo. Alegadamente terá sido naquele local que Da Vinci dissecou cadáveres para os seus estudos da anatomia humana.De facto, os frescos encontrados, que adornam as paredes do esconderijo secreto localizado numa das alas do Convento (entretanto ocultada por uma parede durante séculos), têm fortes reminiscências da conhecida colecção de apontamentos, desenhos e manuscritos do pintor-inventor, intitulada "Codex Atlanticus".Um dos frescos descobertos apresenta figuras de pássaros, um outro descreve o vôo de aves, pinturas que, segundo os especialistas, se assemelham aos desenhos das colecções dos cadernos de Leonardo.Em conferência de imprensa, Manescalchi mostrou o slide de uma pintura com cor na qual é possível constatar uma silhueta branca que, de acordo com os peritos, se assemelha ao famoso arcanjo Gabriel, que aparece no famoso quadro de Da Vinci, "A Anunciação" (1472). Não se sabe ainda se aquela figura terá sido removida ou se, pura e simplesmente, nunca foi finalizada. Outra questão levantada é a possibilidade de Da Vinci ter utilizado aquele estúdio, em 1501 ou 1502, para encontros secretos com Lisa Gherardini, mulher de um mercador veneziano cuja família tinha uma capela na Santíssima Annunziata. Porém, até prova em contrário, estas constatações permanecerão em dúvida.Apesar de existirem algumas reticências quanto a esta possível descoberta dos afrescos e do atelier na ala do convento Santíssima Annunziata, Roberto Manescalchi acredita que futuras investigações conduzirão à descoberta da verdade. Em declarações à Reuters, aquele investigador admitiu que ainda estão numa fase inicial de pesquisa e lembra que milhares de documentos relacionados com o autor de "Mona Lisa" permanecem desaparecidos. "Esta ainda é uma descoberta recente" , arrematou.

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Ciência-GRAVIDEZ DE MONA LISA?

Gravidez pode explicar sorriso enigmático de Mona Lisa
Quando posou para Leonardo Da Vinci, 'Mona Lisa' poderia estar grávida do segundo filho ou teria acabado de dar à luz. Estas conclusões só foram possíveis após análise da famosa técnica 'sfumato' do mestre da Renascença, com recurso a tecnologias 3D e de infravermelhos.
Os cientistas não páram de nos surpreender com as mais recentes explicações sobre a mais famosa pintura de Leonardo Da Vinci. O último estudo, realizado pelo perito francês Bruno Mottin e uma equipa de cientistas do National Research Council, do Canadá, dá uma nova luz sobre a personagem central do quadro.Afinal, o sorriso enigmático de Gioconda poderá estar relacionado com a sua segunda gravidez ou com o facto de esta ter dado à luz.Os peritos ao serviço do Museu do Louvre utilizaram tecnologias a três dimensões e de infravermelhos para analisarem, ao pormenor, o quadro. Constataram a existência de uma nova camada de tinta (característica da famosa técnica 'sfumato' de Da Vinci), que escondia um fino véu transparente disposto sobre o vestido de Gioconda.Em conferência de imprensa, Bruno Mottin explicou que era usual a utilização deste tipo de tecido acessório em Itália, «por mulheres grávidas ou que tivessem acabado de dar à luz» . «Isto é algo que nunca tinha sido visto até agora, já que a pintura apresentava tons bastante escuros e era difícil examinar» , conclui o perito de arte.Mottin acredita que, actualmente, é possível afirmar «que o quadro de Leonardo Da Vinci foi pintado para comemorar o nascimento do segundo filho de Mona Lisa, facto que nos ajuda a datar a pintura com mais precisão à volta do ano 1503» .
Contrariamente às inúmeras teorias sobre a pintura, os peritos asseguram também que a mulher em causa é, de facto, Lisa Gherardini, esposa do comerciante de Florença Francesco de Giocondo, do qual teve cinco filhos.O estudo sugere ainda que, na altura em que Leonardo pintou "Gioconda", esta teria usado uma espécie de toucado, deixando apenas desalinhados alguns caracóis. Cai assim por terra a teoria de que "Mona Lisa" estava com o cabelo solto quando posou para Leonardo. Este facto também surpreendeu os historiadores. «Durante a Renascença este era um hábito usado por jovens ou mulheres de poucas virtudes» , sustentou o perito francês. No caso da mulher do sorriso enigmático, não seria esse o caso.

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Informação Adicional:Estudo NRCExplore "Mona Lisa"Canada National Research Council (NRC)Técnica 'sfumato'




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Fonte:http://ciberia.aeiou.pt/gen.pl?p=stories&op=view&fokey=id.stories/3946




Obrigada pelo carinho ao ler minhas letrinhas.Agora comente pois sua opnião é muito importante para mim.Boa semana!!




Wednesday, January 16, 2008

Tuesday, January 15, 2008

ARTE NAIF

A maioria das pessoas não se sentem capazes de fazer arte.
Somos por excelência e natureza, artistas.
A arte é tão abrangente que com absoluta certeza cada ser humano se enquadra em alguma manifestação artística.
Temos senso estético desde a mais tenra idade e isso muito antes de lermos qualquer coisa que seja sobre o que possa vir a ser uma obra de arte.
Há um tipo de arte que me encanta simplesmente por que é pura, sem compromisso com qualquer coisa..
Na maior parte do tempo desprovida de qualquer intuito de ser, quer somente expressar.
Não se enquadra em nenhuma categoria acadêmica de pintura.
È feita muitas vezes por anônimos que nem mesmo se dão o trabalho de assinar as obras.
Uma de suas principais características são as cores fortes, algumas vezes puras, temas cotidianos, pinceladas livres. Não há preocupação em se aproximar da realidade. Objetos e cenários e pessoas não são representadas com as devidas proporções anatômicas.
A pintura Naif é bidimensional, espontânea, mas nem por isso tem menos importância no mundo das artes.
A cada dia esse tipo de trabalho vem ganhando seu espaço em exposições e museus
. Se você se interessar pelas imagens veja outras imagens lindas aqui na Galeria Galeria Jacques Ardies

Então vamos a alguns exemplos de pintores Naif:

BARBARA ROCHLITZ

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IGNÁCIO DA NEGA

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EDIVALDO


M. GUADALUPE

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Friday, January 11, 2008

As metamorfoses de Octávio OCampo





È muito comum ver circulando pela net em e-mails,blogs e sites ,imagens de Octávio Ocampo sem nenhuma referência ao autor da obra.
Sabendo que este blog é visitado por um considerável numero de pessoas , muitos deles alunos e curiosos sobre Artes visuais,achei que seria interessante dar crédito a esses maravilhosos trabalhos. Biografia:Octavio Ocampo nasceu em 26 de Fevereiro Celaya, Guanajuato, no México, em 1943.
È impressionate a qualidade e quatidade de detalhes que compoem cada uma de suas obras.
O trabalho de Octávio basea-se na ilusão de ótica e vai sobrepondo , fazendo justaposição de imagens até que elas se transformem em uma só.
Com vocês um pouco do talento e inteligência de Octavio O Campos.















Wednesday, January 09, 2008

Uma moça chamada Carrie Graber

Esta semana mostrei pra voces trabalho de um artista estrangeiro de hiperrealismo, de um jovem brasileiro, agora não poderia de mostrar o talento feminino.
Ainda na linha das imagens e pinturas realistas e hiper realistas, mostrarei um trabalho de uma artista que em 2008 ano fará 30 anos de idade. O nome dela é Carrie Grabiel - Canvas
Observem como a moça domina com muita maestria a tecnica e controle da iluminação e contrastes de luz e sombras. Influenciada por Vermeer, ela tem paixão a figuras humanas. O tema de seus trabalhos são suaves, delicados,femininos e cotidianos.











Tuesday, January 08, 2008

O Hiper realismo de Gustave Canelli

Hoje vou falar de um jovem artista plastico brasileiro Gustave Canelli nascido em Campos R.J .
Produz um trabalho incrível de hiper realismo além de esculturas e tatuagens.
Os retratos com grafite são esplêndidos!
Ele tem uma proposta interessantissima de aulas on line.
Endereço para os interessados em ver e saber mais desse moço no final da postagem.

Olhem que fantastico!!












Video demonstrativo de estapa de seu trabalho youtube

Curso de desenho via msn,skype.
Fonte:http://gustavecanelli.com/etapas_mulher.html
http://www.gustavecanelli.com/
http://www.gustavecanelli.gigafoto.com.br/

Sunday, January 06, 2008

O hiperealismo de Rob Hefferan



Artista conteporâneo. Nasceu em Manchester em 1968. È pintor e ilustrador de primeira linha. Quando criança,gostava de desenhar dinissauros,mas um professor de artes percebeu que ele podia muito mais. Era de temperamento e espírito livres. Sua versatilidade como designer e ilustrador propiciou em sua carreira, grandes contratos.
Com esse dinheiro ele pode financiar e se dedicar ao oque ele realmente apreciava fazer. A pintura. Suas obras não precisam de muitas apresentações. Em tempo de desenhos digitalizados e massificados, olhar essas pinturas e gravuras com esse nível técnico é uma festa para os olhos.
Sensualidade,romantismo,mistério. Com vocês, Rob Hefferan.





















Impressionante!!